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10 de janeiro de 2022

Como andam os planejamentos para 2022 ?

Oi gente!

Ando meio sumida das redes, mas é proposital. Como comentei, estou cuidando da minha saúde que deu uma balançada por conta dos intensos últimos anos e também tentando priorizar algumas coisas, deixar de lado outras, entender que não sou mais a mesma menina de quinze anos atrás que dava conta de meia dúzia de coisas ao mesmo tempo.

Por outros motivos também, mas basicamente por este, não fiz muitos planos para 2022. Estou aprendendo enfim a ser menos aquariana, pensar menos no futuro e viver o presente. O dia mais importante da nossa vida: o hoje. É um treinamento e tanto para a mente, um dia por vez. Mas já tive algum progresso.

Não são promessas porque há alguns anos não me cobro mais, talvez sejam metas se elas também não trouxerem cobranças . Acho que perspectivas também pesa um pouco, visto dinamismo cada vez maior em nossos dias, diante de tantas mudanças no mundo. Então escolhi esperanças, naquele sentido tão moderno de "esperançar", um bonito e poético sinônimo para "animar".

No início de 2021, logo após a partida da mãezinha, por sugestão do meu psicólogo, fiz um balanço dos meus trabalhos de escritora nos últimos dez anos. Em dez postagens, descrevendo ano a ano, desde 2011, contei sobre minhas conquistas e frustrações. Para quem quiser conferir, a série de postagem está nesse link. Foi muito proveitoso esse exercício, porque consegui visualizar muito mais conquistas do que frustrações. Porém, o ano passado me trouxe um bloqueio criativo tremendo, que está demorando para ir embora. A alegria do ano é que, embora não tenha produzido quase nada, as produções anteriores me trouxeram um convite e tanto: fui admitida na Academia de Letras José de Alencar, aqui em Curitiba. Foi o que bastou para eu tirar a coragem lá de dentro, combater o bloqueio e ao menos parar de pensar em desistir. 

Neste ano pretendo buscar algumas paixões que andavam esquecidas. Uma delas são as minhas amadas fadas, que juntando com temas de natureza e botânica que me acalmaram nos últimos tempos, farão uma combinação e tanto! Para alimentar esse resgate, fiz uma coisa boba, simples, mas que ajudou. Comprei um calendário importante com ilustrações da sueca Elsa Bescow. Se você não conhece tem uma postagem aqui no blog sobre ela e suas maravilhosas histórias e ilustrações.



Essa ilustração abaixo é uma das minhas preferidas e está lá na postagem. A história trata de uma fada que encontrou uma laranja e achou que era um ovo do Sol. As coisas simples que me encantavam há alguns anos quando minha inspiração brotava do nada e que deixei de lado, sejam pelas tribulações da vida, pelas decepções com pessoas e métodos no mundo literário, ou porque sou mesmo assim, inconstante. Preciso me perder para me encontrar novamente? Vai saber!



Não curto muito essa ideia das estações nos hemisférios. Tipo esse janeiro de inverno sueco aí. Mas faz parte. O fato é que esse calendário lúdico e maravilhoso já está aqui, encantando meu escritório e espero que ele me traga boas inspirações para escrever em 2022. Também devo continuar alimentando o blog e o canal, com menos frequência. Fundei um Clube de Leitura que promete momentos agradáveis e continuo organizando as coletâneas da coleção Tempo. Ah! E seu tudo der certo e o ânimo voltar, há possibilidades de eu lançar esse ano meu livro de contos solo. Se essas rápidas pretensões se realizarem, já ficarei bem feliz! Torçam por mim!

Obrigada pela companhia e um maravilhoso 2022 para todos!

8 de setembro de 2019

5 HQs/Graphics mais bonitas da estante | Portão Literário

Já que as leituras estão devagar, deixei um vídeo no canal com uma seleção de 5 HQs/Graphic Novels que considero as mais bonitas da nossa estante. Vem conferir!

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12 de março de 2019

O PODER DAS HISTÓRIAS - PARTE 4 | Portão Literário

Hoje tem "O Poder das Histórias" no canal! Um projeto que nasceu em 2017, continua somando aos meus trabalhos, e no vídeo de hoje encerro a série com as gravações compiladas de parte do curso que ministrei. Bora conferir!

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12 de janeiro de 2019

O PODER DAS HISTÓRIAS - PARTE 3 | Portão Literário

Demorou um pouquinho, mas chegou! No vídeo de hoje, a terceira parte da série "O Poder das Histórias", baseada no curso que ministrei na faculdade em 2017 e com a participação especial da cantora Dany Nascimento!

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13 de outubro de 2018

O PODER DAS HISTÓRIAS - PARTE 1 | Portão Literário

Oi gente!

Aproveitando o feriado para descansar um pouquinho mas deixando aquele vídeo que já estava devendo faz tempo!
Ontem foi Dia das Crianças e na próxima segunda será o Dia do Professor. Juntei as comemorações e inaugurei uma série de vídeos com foco no curso que apliquei na faculdade em 2017: "O Poder das Histórias"! Espero que gostem!

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28 de janeiro de 2016

Eu li #44 - O livro das coisas perdidas

Oi gente!

Amo resenhar os livros, mas confesso que essa resenha está me fazendo cócegas, me fazendo salivar, me arrancando sorrisos e emoções. Não é um gostei ou não gostei, parece que vou resenhar algo que vivi. Foi assim que me senti lendo "O Livro das Coisas Perdidas", de John Connolly. Foram 364 páginas deliciosas, que consumi loucamente em três dias! É sério gente. Parem tudo e leiam esse livro, porque ele é muito bem escrito. 

Para começar, vou logo contando como o conheci. Os amigos mais próximos sabem que desenvolvi uma teoria para a relação livros e leitores. Sempre digo que "os livros nos encontram". Já aconteceu comigo várias vezes e essa foi ainda diferente. Eu estava no sebo procurando outros títulos quando uma amiga viu essa capa e me mostrou: "- Ale, esse livro é a tua cara." Nesse caso o livro encontrou quem estava comigo e conhece meus gostos. Ela me conhece e é claro que ele foi embora comigo. =)


"O Livro das Coisas Perdidas" não fazia parte das minhas metas de 2016, mas passados alguns dias que ele estava lá em casa, olhando para mim sem parar, não resisti. Ainda bem que deixei umas brechas nas metas para essas leituras mágicas que aparecem na nossa lista. O livro parece passar a mensagem de ser voltado para o público infanto-juvenil. Não é gente! Ledo engano! John Connolly não abranda e embora o livro faça referência aos contos de fadas, não traz contos nada encantadores. O livro é obscuro e tem em grande parte da história, suspense e terror. Mas isso é para depois, comecemos com a dedicatória, que ainda está no nível "fofo". Eu amei! 


E vamos para o conteúdo. A história é sobre David, um menino que vive em Londres durante a Segunda Guerra Mundial. Ele começa o livro enfrentando uma grande dor que é a perda da mãe. Depois de um tempo, seu pai se casa novamente e ele ganha um irmãozinho, mas não aceita essa nova condição. Fica preso à morte da mãe, desejando que tudo voltasse a ser como antes. Sente-se esquecido e se isola cada vez mais, com os livros, paixão que dividia com a mãe. No final das contas ele acaba buscando consolo na ficção para superar a doída transição em que vivia.

Esse isolamento se intensifica quando ele e seu pai vão morar na casa da madastra, herdada da sua família. Nessa nova casa, ele ganha um quarto que havia sido de um parente de Rose, repleto de livros! A paixão pelos livros aumenta, fazendo David se agarrar a única lembrança que tinha da mãe e tornar viva essa transição psicológica. David passa a ouvir os livros conversando entre si!

É quando ele começa a receber a visitinha daquele homenzinho estranho aí da foto abaixo, o Homem Torto, como David passa a chamá-lo. Durante a história e os acontecimentos, o Homem Torto me levou muitas vezes a um personagem do seriado "Once Upon a Time", que aliás eu AMO e esse livro me fez lembrar muito da série.



Até que certa noite, David muito chateado após um tenso acontecimento, é transportado de vez para outro mundo. O mundo dos livros. O mundo dos contos de fadas. O mundo do Homem Torto. O mundo "encantado". Ops, só que não! A ficção se revela dura e sombria, alguns personagens nossos conhecidos aparecem, mas esqueçam tudo que vocês sabem sobre eles!! A ambientação me remeteu ao filme "Labirinto do Fauno", é obscura e assustadora. Então a história realmente começa aí, quando David, para voltar para casa, precisa enfrentar seus medos e crescer, enfim! 

"O Livro das Coisas Perdidas" traz uma narração incrível. Forte, palpável, reflexiva. É a evolução de um personagem, mas que nos dá a chance de evoluirmos juntos. Embora assustadora, uma linda forma de nos ensinar a lidar com as perdas. Aprender que as aparências enganam e que seguir nosso coração pode nos salvar em várias situações críticas. David precisa aprender muita coisa para conseguir voltar para casa e seguir em frente.

Algumas capas de "O Livro das Coisas Perdidas" em diversos países.
A edição desse livro, da Bertrand do Brasil, é sensacional! Ele é lindo por dentro e por fora. A capa tem alto relevo, o tamanho da fonte e a diagramação ajudam a leitura a fluir (como se precisasse!). Só posso dizer que há tempos não tinha essa sensação ao terminar de ler o livro, de que eu mesma tinha vivido tudo aquilo que li. Definitivamente ou "O Livro das Coisas Perdidas" não é um livro para crianças, ou a criança eterna que existe aqui dentro ainda mergulha em algumas histórias. =)

Fiquei curiosa para ler outros títulos do autor. Se alguém leu algum e gostou, me indica!

Beijos!

12 de novembro de 2015

Raridade de Andersen!

Oi gente!

Lembram que dias atrás eu postei uma raridade que folheei, vinda de um amigo colecionador? Era um livro de Cecília Meireles, com dedicatória da própria autora, datada de 1949. Post aqui. Então, eu havia esquecido de postar, mas aproximadamente há um ano atrás, ele também me presenteou mostrando uma aquisição rara de contos, adivinhem de quem? De Andersen!! Apreciem sem moderação, porque a obra é de 1872, contém uma foto original do autor e além de um dedicatória especial, uma carta no final (que está em dinamarquês e não faço ideia do conteúdo...rs).







A dedicatória eu consegui a tradução (com o próprio amigo colecionador). “Den pragtfulde solo dancer Herr Bruun, em dejlig hilsen fra Hans Christian Andersen” = “Ao esplêndido bailarino principal Sr. Bruun, com os cordiais cumprimentos de Hans Christian Andersen”.

Admirar essas obras, assim tão de pertinho, para mim é acreditar que, embora as coisas materiais se percam com o tempo, as emoções que elas despertam são indestrutíveis!

Beijos!

29 de setembro de 2015

O mundo encantado de Andersen

Oi gente!

Bom, não é novidade que amo visitar sebos né? E também que sou fã das obras de Andersen. E também que tenho uma paixão gigantesca por ilustrações infantis! Então juntei esses três quesitos para mostrar uma das minhas aquisições. Dois exemplares de contos de Andersen datados de 1969.

Me chamou a atenção as capas, depois que percebi serem contos de Andersen.

Quando abri e vi as ilustrações, não tive dúvidas que seriam meus.

Total riqueza de detalhes nas ilustrações. 
lustração do famoso conto "A Pequena Sereia".

As cores das ilustrações também são show!

Adoro este conto!

Ilustração do famoso conto "O Patinho Feio".

Detalhes de edição, inclusive o ano.

E foi para minha coleção, além de me inspirar cada vez mais em meus contos infantis. Adoro esse estilo de ilustração e ainda pretendo publicar um livro com elas.

E se você, assim como eu, é fã de Hans Christian Andersen, visite o post da série Personalidades e também o post em que mostro minha aquisição da obra completa do autor.

Beijos !

2 de setembro de 2015

Uma vida de contos de fadas!

Oie!!!

Na semana passada eu falei sobre a vida de Hans Christian Andersen e também já mostrei a obra completa de Andersen, que adquiri em 2013. Mas esse livro é diferente de tudo isso! Para quem curte a vida e as obras de Andersen é perfeito. Ele ajuda as crianças a aprenderem sobre ele, de maneira romanceada e totalmente mágica! Eu li em 10 minutos...rs.






Com lindas ilustrações de Cris Eich, o livro nos faz viajar para o mundo dessa personalidade única, precursor dos contos de fadas e até hoje uma fonte de inspiração para quem escreve.






Eu o tenho por questões de gosto (adoro tudo que é relacionado a Andersen), mas recomendo principalmente para quem quer incentivar uma criança a ler. É maravilhoso!

Beijos !

1 de setembro de 2015

João e Maria

Oie!

Estou em clima de diagramação e ilustração do meu livro infantil, então nada mais justo que me empolgar demais com o tema. Este livro que mostro hoje é um dos contos infantis clássicos, escrito pelos Irmãos Grimm e publicado em 1812. É especial na minha vida, pois tenho dois sobrinhos amados que são irmãos e cujos nomes, João Victor e Maria Clara, foram inspirados na história. Então, quando vi este livro na Bienal de SP em 2014, peguei com gosto! 


Além dessa particularidade, o que mais me chamou a atenção foram as lindas ilustrações de Carmen Guerra. Luminosas, expressivas e detalhadas, são de encher os olhos! 

O conto João e Maria, que com certeza dificilmente alguém desconheça, narra as aventuras de dois irmãos, filhos de um lenhador, que moravam na floresta. Certo dia, enquanto seu pai trabalhava, a madastra castigou-os e fez os dois colherem amoras na floresta. Se perderam e encontraram uma casa feita de doces e, com muita fome entraram para deliciarem-se com as goluseimas. A casa era de uma bruxa, que os aprisiona pensando em um plano para comê-las. As duas crianças espertas, depois de descobrir o plano, a enganam e atiram-na para dentro do próprio forno que ela usaria para cozinhá-los. Livres da bruxa, eles são encontrados pelo pai e voltam para casa levando toda a riqueza que havia lá, e que seria suficiente a eles para o resto da vida. Bem resumido, e levando em conta que existem algumas versões com detalhes diferentes, é isso aí! O nome original da história é "Hansel uns Gretel".







O conto, como qualquer conto de fadas, tem um final feliz. Os irmãos vencem o suposto mal e como recompensa, ficam com as riquezas da bruxa. Esse fato lhes proporcionará a felicidade junto aos pais. Agora, na faculdade de Letras, temos feitos releituras de várias histórias e tenho me aprofundado nas polêmicas dos contos de fadas. São bem interessantes as reflexões em torno dos temas!

Beijos!

25 de agosto de 2015

Personalidades #10 - Hans Christian Andersen

Oi gente!!

Lembram do post sobre minha mega aquisição da obra completa de Hans Christian Andersen? Aqui nesse post. Então hoje vou falar sobre esse ícone imortal das histórias que nós, amantes dos contos de fadas, adoramos! Eu gosto tanto da história de Andersen, que a Dinamarca, sua terra natal, entrou para minha lista de países que gostaria de conhecer. 


Hans Christian Andersen by Karl Hartmann - via Archivo Iconografico/ Corbis

Hans Christian Andersen era dinamarquês e nasceu em uma família muito pobre. Filho de um sapateiro e uma lavadeira, e dormia com toda a família em um único quarto. Porém seu pai desenvolveu em Hans a criatividade e a força da imaginação. Motivou-o a aprender a ler, contava-lhe histórias e até fazia teatrinhos. Hans quando pequeno chegou a memorizar peças de Shakespeare e encenava com seus simples brinquedos.


Hans Christian Andersen jovem

Por motivos desconhecidos, mas desconfia-se que a família de Andersen tinha ligações com a realeza dinamarquesa, Frederico VI pagou parte da sua educação por puro interesse pessoal. Mas ele perdeu o pai com 11 anos e foi obrigado a deixar de estudar, para se sustentar. Foi aprendiz de tecelão e de alfaiate. Mas com quatorze anos mudou-se para Copenhague para se tornar ator. Era considerado poeta pelos colegas e logo mudou seu foco para a literatura. E acredita-se que foi graças a infância pobre que ele amadureceu seus conhecimentos sobre a sociedade e seus contrastes, motivos que influenciaram as histórias que escreveria.

Cena do filme Hans Christian Andersen, de 1952.
Mesmo atuando no teatro como ator e bailarino, Andersen escreveu algumas peças. E depois que sua meia-irmã, Karen Marie, enviou-lhe para uma escola em Slagelse, ele já havia publicado seu primeiro conto: O Fantasma da Tumba de Palnatoke, em 1822. Permaneceu em Slagelse até 1827, e um ano depois foi admitido na Universidade de Copenhague. Em 1829, publicou Um passeio desde o canal de Holmen até a ponta leste da ilha de Amager e em 1835 alcançou reconhecimento internacional com o romance O Improvisador.


Escultura de Hans Christian Andersen em castelo - Odense Dinamarca
O trabalho de Andersen transitou por variados gêneros literários como os romances, relatos de viagens, poesia, etc. Mas foram os seus contos (e boa parte contos de fadas) voltados para as crianças os responsáveis pela imortalidade da sua obra. Alguns estudiosos o consideram como a “primeira voz autenticamente romântica a contar histórias para as crianças”. Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis volumes de Contos e continuou escrevendo até 1872, chegando a uma marca de 156 histórias. Começou escrevendo contos de tradição popular e depois desenvolveu histórias que faziam referência ao mundo das fadas e elementos da natureza.


O Patinho Feio', escrito por Andersen, com ilustração de Vilhelm Pedersen

Andersen faleceu em 4 de agosto de 1875, em Copenhague. Devido a sua grande contribuição para a literatura infanto-juvenil, foi eleito o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil na data do seu nascimento, 2 de abril. Andersen também ganhou seu nome no mais importante prêmio internacional do gênero, o Prêmio Hans Christian Andersen.
Estátua de Andersen no Central Park - via centralpark.com
Seus contos são lidos até hoje e já foram traduzidos em inúmeras línguas. Dentre os mais famosos: "O patinho feio", "A caixinha de surpresas", "Os sapatinhos vermelhos", "O soldadinho de chumbo", "A pequena sereia", "A roupa nova do Rei", "A princesa e a ervilha", "A pequena vendedora de fósforos" e "A polegarzinha". 

E olha só, aposto que muita gente não sabe que "Frozen - Uma aventura congelante", foi inspirado e adaptado do conto de Andersen "A Rainha da Neve". Eu soube há pouco.


Ilustração de Carol Kieffer Police para a Disney na primeira tentativa de filmagem, em 2002/2003.
Nem preciso falar que sou mega fã né? Me inspiro muito nos contos de Andersen para escrever minhas histórias infantis e sou apaixonada pela mágica que ele possuía em contá-las de maneira tão envolvente e criativa.

Beijos!

28 de abril de 2015

Contos de Andersen

Oie!

Hoje vamos falar de contos de fadas? Quem gosta? Eu A-M-O! Inclusive comentei sobre isso na orelha do meu livro publicado. Que os contos de fadas foram minha primeira inspiração na infância. E quando lembramos daquelas histórias que nossos pais, professores, tios contavam, ou que estavam nos livros que passaram em nossas mãos, muitas delas nos remetem a um dos memoráveis escritores de contos de fadas que o mundo já teve: Hans Christian Andersen! O dinamarquês que viveu entre 1805 e 1875 e nos presenteou com obras inesquecíveis. 

Quem lembra da famosa história do Patinho Feio? Aquela que nos ensinava que as diferenças deveriam ser respeitadas, que beleza não define caráter, e que aquele que aparentemente é o mais feio, pode surpreender e se tornar o mais belo. Bom, sobre Andersen e sua vida eu vou comentar com detalhes no próximo post da série Personalidades. Hoje só queria contar que realizei um sonho. No ano passado comprei a obra completa dele!!


Já fazia um tempo que eu estava de olho nas livrarias virtuais. Mas não comprei antes porque o preço é salgadinho, mas quando recebi e peguei os livros na minha mão, vi o quanto vale a pena! São dois volumes de capa dura totalizando 1394 páginas, e foi publicado em 1996 pela editora Villa Rica. Com certeza é uma obra que tem que fazer parte da biblioteca dos amantes de contos de fadas. Eu não tive muito tempo de folhear tudo, verificar quantos contos tem. As folhas são fininhas, escritas em letra mediana. Só concluí que são muitos contos. Muitos mesmo! 



Então tô aqui, feliz da vida com meus volumes dos contos de Andersen junto aos meus livros! Espero que eu consiga lê-los aos poucos (ainda nem comecei!!), pois sei que vão inspirar muitas histórias! E para vocês relembrarem, alguns dos contos famosos de Andersen, que ainda fazem sucesso no mundo infantil, dos contadores de histórias e amantes dos contos de fadas.

A princesa e a ervilha - conto escrito em 1835
A pequena sereia - conto escrito em 1837
O soldadinho de chumbo - conto escrito em 1838
A roupa nova do Imperador - conto escrito em 1837
O patinho feio - conto escrito em 1838

E então? Deu vontade de relembrar alguma historinha? Tem alguma de Andersen que você lembrou e eu não citei aqui? Me conta! Quero relembrar com você!!

Beijos !