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8 de abril de 2024

EU LI: Correndo Atrás dos Sonhos (e outros livros de Onacir Bueno)

Oi gente!

Estou decidida a deixar as redes sociais e voltar para o blog, um lugar que foi meu refúgio por anos e que está muito abandonado. Sinto-me bem aqui porque é um espaço meu e que chega quem quer. Diferente das redes sociais que espalha aos quatro ventos nossas opiniões e quereres, e só o que percebemos são críticas, comunicação violenta e comentários sem noção.

Por isso, pretendo retornar aqui ao menos com uma postagem semanal, por enquanto. Se você gosta desse espaço, se me segue há anos ou está chegando agora por aqui, sinta-se à vontade para maratonar e entrar em contato se quiser. Tem muito conteúdo bacana no histórico, para todos os gostos.

Hoje, por exemplo, vou falar de uma pessoa que conheci em 2019, o Onacir! Foi apresentado a mim pela amiga Margareth e na época ele precisava de assessoria para publicar seu primeiro livro. Não é um trabalho oficial que ofereço no mercado, vocês sabem. Minha profissão oficial é outra, mas literatura é uma paixão em paralelo e achei o trabalho do Onacir inspirador e necessário nas estantes.


Então posso dizer que tive o prazer de participar da produção, fazendo a revisão e leitura crítica. "Correndo atrás dos Sonhos" é baseado na palestra homônima que o autor apresenta em várias oportunidades, contando sua história de superação. Onacir é Economista, Licenciado em Letras, possui especialização em Gestão de Pessoas e Gestão Empresarial. Já foi Educador Corporativo, Mentor e Consultor Financeiro. Diagnosticado precocemente com uma doença neurodegenerativa, decidiu viver a vida intensamente e correr, literalmente, atrás dos seus sonhos, participando de maratonas e ultramaratonas pelo mundo. 

E mais recentemente, no início desse ano de 2024, eu recebi um exemplares de cada livro do Onacir publicado desde então, cuja edição não acompanhei e isso prova que o ajudei no "caminho das pedras" né? \o/
Aliás, produção esta que vem crescendo a cada ano, dá uma olhada aí!! "A estrada continua" é uma extensão do seu primeiro livro. Eu adorei a leitura e saber mais um pouco da trajetória do Onacir.


Ele também publicou o livro de contos "Crianças Imaginárias", o livro de poemas "Encontros e Desencontros" e um livro de contos com teor erótico "Fetiches e Fatoches". Uma produção de qualidade, com capas bem feitas, edição impecável e bem revisada da Editora Becalete.



Importante destacar que a renda líquida da venda dos livros do Onacir Bueno são doadas para a Associação Parkinson Paraná. Interessados em colaborar, contato direto com o autor via facebook ou pelo site da Editora.

Obrigada Onacir, por me permitir fazer parte do início do seu sonho. Desejo muito sucesso sempre!

17 de abril de 2023

EU LI: Estrada Invisível (José Assumpção)

Oi gente!

Inicio hoje uma série de postagens com os livros de colegas queridos que li nos últimos meses. E já chego com uma dica fresquinha porque foi um dos melhores livros sobre história de vida e paixão por um esporte que já li. 

Conheci o “Giba” no NLCAC – Núcleo de Literatura e Cinema André Carneiro e até ler seu livro, apenas o que sabia dele, era que escrevia, era baterista de uma banda de rock, tinha uma webrádio e era fã de pedal, inclusive proprietário de uma empresa de entregas com bicicleta. E eu achava que já sabia muito, ledo engano.

“Estrada Invisível” é fruto de um momento delicado de saúde que o Giba passou recentemente, mas a gratidão é dos leitores que terão o prazer de ler essa lição de vida e superação. O pano de fundo é sua história com as “magrelas”, mas tem muito mais embutido nas linhas desse livro. Sua infância, amadurecimento, vida em família, trabalho e principalmente, seus sonhos vivenciados em números de quilômetros rodados. Chorei e sorri percorrendo com o Giba sua história pelas rodovias do Sul do Brasil. Embora eu não tenha pedalado, passei por muitos dos lugares que ele citou, e imaginar que por onde passei existem rastros e suor e memória de uma pessoa guerreira como o Giba, me emocionam.


E no próximo dia 22/4/2023 tem lançamento desse livro incrível. Abaixo informações sobre o evento. 

6 de março de 2021

Defesas da Poesia (Sir Philip Sidney & Percy Bysshe Shelley)

Oi gente!

Hoje trago mais uma aula da matéria do mestrado que estava em minhas anotações. Estudamos a obra "Defesas da Poesia", publicada em 1585 e que contém dois ensaios dos autores Sir Philip Sidney e Percy Bysshe Shelley (sim, o esposo da nossa queridinha Mary Shelley, autora de Frankestein!). 

Com cerca de 240 anos de intervalo, duas clássicas "Defesas da Poesia": a de sir Philip Sidney (1554-1586) e a de Percy Shelley (1792-1822) empenharam-se em responder ao famoso anátema de Platão. A editora Iluminuras, em colaboração com a FAPESP, reúne os dois textos num único volume, com tradução de Enid Abreu Dobránszky, que também assina um extenso, erudito e importante ensaio introdutório.

Na aula focamos no primeiro ensaio, cujo contexto histórico e autor eu descrevo abaixo.


Foi no reinado de Elizabeth I que surgiram na Inglaterra vários escritores que deixaram seu nome na história da literatura, entre eles Shakespeare e Ben Johson. Entre eles, embora longe das ruas e teatros pois vivia na corte, estava Sir Philip Sidney, um jovem poeta aristocrata e sobrinho de Sir Robert Dudley, um dos pretendentes à mão da rainha. Sidney nasceu em Kent, em 1554 e em 1572 viajou para a França com a embaixada que negociaria o casamento entre Elizabeth I e o Duque D'Alençon. Percorreu a Europa por vários anos, passando pela Alemanha, Itália, Polônia e Áustria e conhecendo intelectuais e políticos da época.

Em suas andanças, Sidney se incomodou com acusações feitas por puritanos, de que a poesia incitava à imoralidade, e em resposta, escreveu "Defence of Poetry", que dois séculos mais tarde, Shelley usava como inspiração para escrever sua defesa também, agora para responder a acusações de irrelevância da literatura dentro de uma era de progressos científicos. Hoje, os ensaios publicados postumamente adquiriram grande importância nos estudos da língua inglesa e na crítica literária ocidental.

Voltando à Sidney e sua defesa, cujo texto insiste no caráter edificante da poesia, o autor usa de vários argumentos e considera que os historiadores estão presos ao que aconteceu, enquanto que os poetas imaginam o que vai acontecer. Para ele poesia é a "arte da imitação" da natureza. Na época, para os classicistas, "imitar" (inclusive um autor) era um grande valor, diferente de hoje que beira a ofensa. 

"A poesia é, pois, uma arte de imitação, uma vez que Aristóteles a define pela palavra "mímeses", isto é, uma representação, uma simulação, ou figuração - para falar metaforicamente, uma imagem eloquente -cuja finalidade é ensinar e dar prazer". (Página 98) 

No texto Sidney parece que não querer banalizar a literatura, sequer se colocando como poeta. Embora defenda a poesia, a defende para os sábios. Segundo ele, o poeta é um "filósofo popular", ou seja, chega às massas. Em Poética, de Aristóteles, não havia espaço para a liberdade de escrita. Ex.: Quero falar de tragédia preciso falar dos nobres. Se quero falar das classes baixas, preciso escrever comédia. Havia regras, que só se extinguiram com o romancismo. Sidney atuou antes de Shakespeare, que inclusive teve muitos problemas com os neoclassicistas por chegar a misturar comédia com tragédia. Segundo ele, o poeta inspira ao que é valor, princípios, verdade. Ex.: Hércules, Áquiles, Enéas.

"...nem serdes mortos pelos encantamentos da poesia, ... ainda assim vos envio esta maldição, em nome de todos os poetas: que enquanto viverdes apaixonados e nunca sereis correspondidos porque vos faltará o talento para compor um soneto e quando morrerdes, ... vossa memória será varrida da terra por falta de um epitáfio".

Sidney tornou-se um dos mais importantes poetas do Reino Unido, chegando a conhecer Giordano Bruno em 1584, que a ele dedicou dois livros. Como protestante, participou de várias batalhas contra tropas espanholas e holandesas, até que em 1586, na Batalha de Zutphen, foi atingido e faleceu vinte e seus dias depois. 

O texto de Sidney nos traz uma análise da literatura da época e do quanto esforço houve para rebater os que a consideravam mentirosa e fútil. Talvez hoje tenhamos nos distanciado muito do puritanismo e do espírito de cobrança política a que esses dois textos, cada qual com o vocabulário próprio de seu tempo, procuram responder. Mas é interessante acompanhar os movimentos e como a literatura mudou sua forma ao longo dos séculos.

Boa leitura!

3 de novembro de 2020

29 de agosto de 2019

EU LI: Sra. Poe (Lynn Cullen)

Oi gente!

Eis que aos quarenta e cinco do segundo tempo, venho deixar uma postagem para o mês de agosto. Um mês sufoco por aqui, mas aos poucos retomando os rumos. E vamos falar do que? Desencalha! Surpreendentemente, uma das leituras com menos expectativas criadas, foi uma das melhores do mês: Sra. Poe, da autora Lynn Cullen (até então desconhecida para mim).


Tudo bem que é um livro que tratava de Edgar Allan Poe, motivo este que me fez comprar na livraria. Mas não esperava que me surpreendesse tanto. Descobri que gosto de biografias romanceadas, daquelas que você não sabe direito qual parte é fato ou não. É o caso de "Sra. Poe", uma mistura fr realidade com ficção, que durante a leitura nos transporta para a vida dos personagens e após a leitura nos deixa com gostinho de quero mais. Com vontade de fuçar, pesquisar, ler sobre o tema, tudo e mais um pouco.

Vamos aos fatos! É fato que Edgar Allan Poe casou-se com uma prima em primeiro grau, Virginia Clemm, que tinha treze anos na ocasião do casamento (Poe tinha 27!). Anos após o casamento, ela contraiu tuberculose e morreu com apenas 24 anos. Durante esse período, uma poeta chamada Frances Osgood conviveu com pessoas do meio artístico e literário, juntamente com Poe. Separada do marido, Frances aproximou-se de Poe, que a motivava a escrever. 

O que me parece que a história não comprova é se os dois tiveram realmente um relacionamento amoroso. Porém, a autora de "Sra. Poe" acredita nisso e romanceou suas pesquisas realizadas através de cartas e documentos, na história do livro: um triângulo amoroso com a mesma atmosfera gótica dos escritos de Edgar Allan Poe!

A história é narrada em primeira pessoa, pela própria Frances Osgood, apaixonada perdidamente por Poe, que a acolhe e transmite um grande interesse em ascender a poeta no mundo literário. Ao mesmo tempo em conflito por Poe ser um homem casado e que não o bastante, ainda tenta a aproximar da esposa. Aliás, a esposa de Poe foi a personagem que mais me surpreendeu!! Aff!!

Gostei do livro por vários motivos, não só por conhecer um pouco mais dos detalhes da vida e personalidade de Edgar Allan Poe, mas também porque a autora me transportou para o universo da época, quando descreve os saraus literários da sociedade de 1845, seus costumes e "bafos" (rs). Também me agradou muito a autora conseguir inserir em uma história de amor, ainda que na maior parte inventada, o suspense e (sim!) o terror que Poe inseria em suas histórias. Isso para mim foi o melhor do livro. Me prendeu e me surpreendeu. Foram 400 lidas com vontade! Destaque para as cartas de amor trocadas, também presentes na história. Por fim, arrisco dizer que este livro daria um filme maravilhoso!

Edgar Allan Poe já foi tema da série Personalidades. Só clicar aqui para ler a postagem.

Boa leitura!

7 de fevereiro de 2019

Relato de um náufrago (Gabriel García Márquez) | Portão Literário

Quando um projeto começa sorteando uma obra de Gabriel García Márquez para eu ler, tem tudo para dar certo né? Conheci finalmente "Relato de um náufrago" e a história por trás da história do primeiro trabalho publicado pelo autor.
E desde que o mundo é mundo, sofrimentos são gerados pela ganância do ser (humano!?).

Clique para assistir

7 de dezembro de 2018

EU LI: A Sabedoria do Condado (Noble Smith) | Portão Literário

Era para ser em novembro, no projeto Tolkien, mas não deu tempo! O que será que podemos aprender com os hobbits? Hoje eu comento sobre "A Sabedoria do Condado", o livro de novembro do #projetodesencalha!

Clique para assistir

29 de novembro de 2018

Projeto Desencalha 2018 - O último trem de Hiroshima (Charles Pellegrino) | Portão Literário

"De partir o coração, revirar o estômago e perder os parafusos da cabeça." 😔😭💔🖤
Com essas palavras eu inicio o vídeo mais difícil de fazer até hoje no canal, sobre "O último trem de Hiroshima", de Charles Pellegrino. Foi a leitura do #projetodesencalha de outubro.

Clique para assistir

19 de setembro de 2018

EU LI: Ima - Sempre em Frente (Eric Peleias)

Oi gente!
Conheci o autor Eric Peleias na Bienal de Quadrinhos 2018, aqui em Curitiba. Parei no estande dele porque bati o olho no seu novo trabalho, “Até o Fim”, que já é bem comentado positivamente nas redes sociais.

Mas conversando com o Eric, ele me contou como foi que surgiu “Ima - Sempre em Frente”. A HQ é um trabalho biográfico em volume único, escrito e ilustrado pelo Eric, que conheceu a protagonista pessoalmente e decidiu contar para nós a sua história. Ali eu não tive mais dúvidas que era a Ima que eu levaria para casa. =)

O prefácio é do ator Dan Stulbach e na história vamos conhecer uma personagem real, a Julia, que após a invasão da Áustria pelos alemães em 1938, foi enviada por seus pais aos EUA, para fugir do Holocausto. Julia saiu do seu país sozinha, com uma mochila e o coração aterrorizado.
*pausa para me encantar mais uma vez com essa dedicatória tão especial: "Siga sempre em frente"! E quem me conhece não sabe meu lema? "Devagar e sempre". Né?

Abri a HQ já com o coração na mão, porque eu sabia que me emocionaria. Para amplificar minha leitura, descubro que eu e Julia temos em comum nossa data de aniversário: 15 de fevereiro. Pode parecer bobagem mas para uma leitora como eu, que gosta de vivenciar a leitura, foi bem intenso. Como toda a história a seguir, uma jornada linda, inspiradora, tocante e contada pelo Eric da maneira mais suave e linda que já li em qualquer outra narrativa sobre o tema.

A história é triste? Claro que é. Nenhuma história nessa temática é gostosa de se ler. Mas a história da Julia tem tanta esperança e coragem, que não tem como não se alegrar junto com ela, conforme a narrativa vai avançando.

Recomendo para quem gosta da temática e também para quem está iniciando na leitura de quadrinhos, pois a narrativa é linear e as imagens são limpas e delicadas. Destaco uma particularidade da HQ, as cores claras ajudam o leitor a valorizar o lado belo da história e não as atrocidades.


Ao fechar a HQ, meu sentimento era indescritível. Tão bom saber que em meio a tantos horrores na história da humanidade, sempre existiram e sempre existirão sobreviventes para nos deixar exemplos de fé, força e garra. Nas últimas páginas o Eric nos presenteia com fotos e depoimentos da família, deixando aquela vontade de apertar a Julia bem forte e dizer no seu ouvido: Muito obrigada por compartilhar a sua história!

Ah! E o título IMA significa? Leia e emocione-se com ele também. ;-)
Boa leitura!

3 de setembro de 2018

EU LI: O homem que amava muito os livros (Allison Hoove Bartlett)

Oi gente!

Tentando me programar para mais vídeos em setembro, espero! Hoje o Desencalha do mês, que não pode faltar nesse canal. Conheçam um pouco da obra "O homem que amava muito os livros", minha leitura de agosto. E também qual será a leitura de setembro.

Clique aqui para assistir.

23 de maio de 2016

Segundica Literária #15 - Cinco sugestões para leitores enfermeiros

Oi gente!

Hoje o tema da Segundica são livros que falam um pouco de uma profissão que não tem nada a ver comigo e com minha área de trabalho, mas que eu admiro muito. Vamos conhecer algumas histórias interessantes, reais ou fictícias, que podem interessar muito a quem é da área de enfermagem? =)


Anjos da guerra - A Aventura das Enfermeiras Paraquedistas Portuguesas
Autor: Susana Torrão - 2011 - Editora Oficina do Livro

Sinopse: Na guerra colonial, o corpo de enfermeiras socorreu militares e civis em Angola, Moçambique e Guiné. Estas mulheres que caiam do céu pra tratar dos feridos e travar o sofrimento, enfrentaram, ao lado dos soldados, a dureza do mato e a violência dos combates. Mas não só. Enfrentaram também o preconceito de uma sociedade conservadora, onde a ideia de enviar mulheres para um cenário de conflito era vista com enorme desconfiança. Esta é a história dessas pioneiras improváveis, que quase passaram despercebidas ao seu país, mas que acabaram por lhe dar uma lição de coragem.


Tocados pelo Amor - Momentos Especiais na Vida dos Enfermeiros
Autor: Jim Kane - 2004 - Editora Lusodidacta

Sinopse: Todos os dias, por esse mundo afora, há enfermeiras e enfermeiros que tocam as vidas e corações de muita gente. "Tocados pelo Amor", conta histórias pessoais das vidas de muitos deles. Esta coletânea de narrativas que abrange muitos anos e muitas culturas, exprime com maestria o espírito e a essência da enfermagem.



A Epopéia da Cruz Vermelha (A vida de Henri Dunant)
Autor: Fernando Gigon - Editora Melhoramentos

O livro conta a história de Jean Henri Dunant, o filantropo suíço que foi co-fundador da Cruz Vermelha Internacional e recebeu o Nobel da Paz em 1901. Ao presenciar o sofrimento na frente de combate na Batalha de Solferino, em 1859, Dunant organizou um serviço de primeiros socorros. Desta sua experiência resultou um livro, publicado em 1862, onde ele sugeria a criação de grupos nacionais de ajuda para feriados em situações de guerra e uma organização internacional que permitisse melhorar as condições de vida e prestar auxílio às vítimas de guerra.


Histórias de Vida de Uma Enfermeira
Autor: Maria de Ludes Mixão - 2015 - Editora Chiado

Sinopse: "Histórias da Vida de Uma Enfermeira" relata algumas das vivências que marcaram e moldaram o percurso profissional da vida de Lurdes Mixão, bem como de outros enfermeiros do Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria (HSM). Para a autora, a principal ideia é a importância de cuidar com o coração. O enfermeiro não deve só cuidar tecnicamente, mas com a sabedoria do coração, com sentido crítico, compaixão e carinho pelas crianças.


E finalizando a lista, um livro de ficção, para quem gosta de thrillers de suspense e de tribunais! Esse eu li há muito tempo e lembro que era o meu preferido do Sidney Sheldon. Na verdade a trama se passa com três médicas, mas uma delas queria muito ser enfermeira. A história se passa dentro d eum hospital, então a ambientação é a mesma. Eu recomendo!

Nada dura para sempre - Sidney Sheldon - 1994 - Editora Record

Sinopse: Três amigas com personalidades bastante diferentes, mas unidas pela correria, pelos contratempos e pelas fortes emoções de trabalhar no Hospital Público Embarcadero. Elas dividem os problemas típicos da profissão; contudo, parece que o destino reservou a cada uma delas um novo desafio. Paige é feliz seguindo a mesma carreira do pai e planeja se casar com seu primeiro amor, mas seu sonho pode ir por água abaixo. Honey abusa de suas habilidades de sedução. Mas será que isso é o suficiente para salvar vidas? Kate, abusada pelo padrasto na adolescência, prometeu que jamais seria tocada por um homem. Porém, sua postura durona acaba despertando interesses masculinos. Amor, medo e ambição se combinam em uma trama repleta de reviravoltas.


Espero que tenham gostado das dicas, eu mesma só li o último e as demais sugestões são fruto de pesquisas por aqui. Caso já tenham lido algum ou se resolverem ler, me contem!

Beijos!

9 de maio de 2016

Segundica Literária #14 - As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

Oi gente!

Hoje a Segundica Literária é para quem gosta de História! Há alguns anos adquiri um livro, porque sempre fui fascinada pelas Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Em pesquisas descobri que, segundo relatos, os gregos foram os primeiros a listarem as sete maravilhas do mundo e fizeram essa lista entre os anos 120 e 150 a.C. A lista é composta por sete obras arquitetônicas grandiosas e belas, construídas no período da Antiguidade Clássica. Obviamente a ação do tempo não perdoa e a única que resistiu ao tempo foi a Pirâmide de Quéops, no Egito, construída há quase cinco mil anos.

E nesse livro conhecemos a fundo as sete maravilhas: Além da Pirâmide de Quéops, a Estátua de Zeus em Olímpia, o Templo de Ártemis em Éfeso, os Jardins Suspensos da Babilônia, o Mausoléu de Halicarnasso, o Colosso de Rodes e o Farol de Alexandria.



Eu me estenderei um pouco na minha maravilha preferida: os Jardins Suspensos da Babilônia! Ai gente, sou apaixonada por esses jardins, desde que, quando criança, lembro de ter visto uma gravura sobre eles, acho que em uma história bíblica, não lembro direito. Os Jardins Suspensos da Babilônia tem a data aproximada da construção em 600 a.C., às margens do Rio Eufrates. Era composto de seis montanhas de tijolos de barro cozido e com terraços cheios de flores e árvores. O acesso ao jardim era feito através de uma escada de mármore e segundo estudiosos, foi impressionante para a época o sistema de irrigação que eles produziram para levar a água do rio até as plantas. Acredita-se que os jardins foram construídos pelo Rei Nabucodonosor II, para sua mulher Amitis matar as saudades da cidade natal, que era montanhosa e florida.

The Hanging Gardens of Babylon - via pinterest

Esse livro de autoria de Peter A. Clayton e Martin J. Price detalha todas as sete maravilhas do mundo antigo, seu contexto histórico e curiosidades sobre a construção. Porém, fiz uma pesquisa e me parece que está esgotado nas livrarias, mas na Estante Virtual você encontra vários exemplares. Ainda assim, achei importante deixar essa super dica para quem curte História e Arquitetura.

Beijos!