18 de agosto de 2015

Eu li #17 - A sábia de Waterloo

Oi gente!

Não ando me aguentando de tanta vontade de publicar minhas leituras aqui. Andei organizando meus livros em casa e percebi quantas leituras eu deixei passar e não compartilhei com vocês. Tenho recebido algumas mensagens solicitando indicação de livros, resenhas e depoimentos com experiências literárias. Então não quero mais me atrasar, estarei postando aceleradamente tudo que eu lembrar que li e consigo resenhar, porque tem livros que li há muito tempo, aí só relendo.

Hoje quero falar dessa obra de Leona Francombe, uma mistura de fábula com romance histórico, que me chamou a atenção em uma das minhas passadas despretenciosas pela livraria. Queria um livro leve, para ler em uma semana que, ao contrário, prometia ser pesada, algo diferente para me distrair. Perambulando pelas prateleiras, encontrei essa capa que me chamou a atenção. Levei.


A história tem como pano de fundo a clássica batalha napoleônica de Waterloo. O fato histórico ocorreu em 18 de junho de 1815, em Hougoumont, uma pequena cidade que recebeu o duque de Wellington e suas tropas contra Jerônimo Bonaparte, irmão de Napoleão. Os soldados franceses estavam certos da sua vitória, mas no final o confronto marcou o fim dos Cem Dias e foi a última batalha de Napoleão, que foi confinado pelos britânicos e morreu seis meses depois. A batalha de Waterloo foi decisiva para o desfecho e rumo da história.

Imagem: Wolfgang Sauber via Wikimedia Commons
A particularidade do livro vem agora. Resumidos os fatos históricos, só me resta contar que houve ali uma população, além da humana, que viu tudo de pertinho. Uma população de coelhos. E mais particularmente um, William, que é o narrador da história, cuja descendência vem justamente dos coelhos belgas criados em Waterloo. Ele é extremamente mimado e admirado por sua avó Dona Lavanda, uma coelha épica, vista como sábia por nada escapar aos seus olhos e ouvidos. 

via Dreamstime
Dona Lavanda deixa vários ensinamentos, aos coelhos e a nós, leitores. Essas foram as partes do livro que eu mais gostei. As várias e sábias mensagens da nossa protagonista! Mensagens que seu neto William precisou assimilar quando foi vendido para uma família e viu-se sozinho no desconhecido. Como essa, por exemplo: "- Em momentos como esse, William, quando você reúne coragem para tentar o inimaginável, as consequências em geral estão a seu favor. É como se a sorte estivesse de fato programada para coincidir com o risco elevado." Não era sábia essa Dona Lavanda? :-)

E que tal essa mensagem aqui?


Em resumo, "A sábia de Waterloo" foi uma leitura que me fluiu bem. Os detalhes e reflexões dos personagens que compõem a obra foram as características que mais me encantaram. O desfecho do livro é sentimental e a proposta da história é bem legal. Mas como eu comentei, achei um livro receptível para quem quer uma leitura simples e leve, sem muitas tramas e amarras. Nesse caso eu indico!

Beijos!

2 comentários:

Déa Café disse...

quw legal, amiga!! estou adorando tuas resenhas!!! já são uma e meia da manhã e eu aqui! rsrs já fiz tanto comentário que o blog já passou de me pedir pra clicar no quadradinho dizendo que não sou um robô pra agora eu ter que escolher quais imagens são tal coisa, rsrsrsrs, vai que o robô aprendeu a clicar no quadradinho, né? kkkkkkk
vou ficando por aqui porque tenho que ir dormir, rsrs, mas adorei!!! muito obrigada! já tenho material para montar minha listinha de amigo secreto! rsrs ms se quiseres me passar uma listinha de livros que lesse, que indicas, dos clubes do livro, agradeço!
ah, não cliquei em acompanhar o comentário do post por email, então se comentares aqui não verei.
muito obrigada!! grande beijo!

Fátima Tauffer disse...

Eu também adoro prima! Antes não sabia muito bem como deixar um comentário, pois o Google me pedia e-mail e senha e eu achava que não estava certo. Agora aprendi rsrsrsr. Bjos